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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Felicidade,



Dizem que “o sofrimento é o intervalo entre duas felicidades”, aliás, Vinícius de Moraes, sabiamente nos deixou esse presente entre tantos outros e a maioria de nós, repetimos aos ventos essas palavras, agarramos essa idéia até as raízes como uma verdade. O fato de haver mais felicidade do que sofrimento nos faz seguir em frente, nos faz acreditar que de alguma forma após o nascer do sol, tudo poderá ser melhor.
Tantos outros já nos falaram sobre a felicidade. Mas se tratando de Vinícius, não quero contradizê-lo, longe de mim. Imagine!; Jamais cometeria este tipo de pecado. Entendo quando Vinícius diz que nenhum sofrimento é eterno, mas gosto de acreditar em um segundo tipo de felicidade.
Não me refiro a essa felicidade que vivenciamos dias sim, dias não. Aliás, não é nem um “segundo estilo”, porque não há como ou o quê classificar. E se houvesse e me fosse permitido, diria que esse é um “primeiro estilo”, porque aponto para uma felicidade plena, que está um pouco além de tudo que é substancial, não está presa em momentos ou em conquistas, ou presa ao sim ou não.
 É uma felicidade presa a nós e que está em nosso poder, uma felicidade simples, que vem de dentro pra fora e transforma o meio. Que exige dos insensatos um punhado de paciência para se conquistar. É uma paz que emana tranqüilidade dos poros. É a felicidade plantada nos seus olhos e transferida para outros sorrisos. É simplesmente uma felicidade compartilhada.


twitter: @odeavida
contato: ode.a.vida@hotmail.com


3 comentários:

Anônimo disse...

Nice!

Kaleb Ruzicka

Thalita Martins, disse...

ai ai, Mariana. Entende?

Mariana Khalil disse...

Não, não entendo. Você sabe, kkkkkk. ^^